12 abril 2006

Adágios

Quem madruga, Deus ajuda

A quem não pede, não o ouve Deus

A quem obra bem, não faltam abonadores

A razão tira o medo

Quando a razão busca razões,
contra a própria razão,
a pessoa sofre depressão ( ACB)

A abelha mestra não tem sesta,
se a tem,
pouca e depressa

Adeus, mundo, cada vez pior

Adivinhar é bom, mas saber ainda é melhor

Ainda que negros, gente somos, alma temos

Ainda que sejas prudente e velho,
não desprezes o bom conselho

Ajuda-te que Deus te ajudará

Ajude-me Deus com o que é meu

A ambição enchece a cabeça e cerra a razão

Amigo do meu amigo, meu amigo é

Amigo não empata amigo

Amigo que esquecemos vivo, está morto

Amigo velho vale mais que o dinheiro

Amor com amor se paga e com desdem se apaga

Amor e a fé, nas obras se vê

Anda direito se queres respeito

Antes homem sem dinheiro,
que Dinheiro sem homem

O dinheiro é um bom servo,
mas um mau senhor.

O homem falsifica o dinheiro,
o dinheiro falsifica o homem

Antes marido feio e laborioso,
que bonito e preguiçoso

Antes que fales, vê o que dizes

Ao pobre falta muito e ao avaro tudo

Ao que mal vive, o medo o persegue

Ao servo mau, convem punição
e ao bom, bom galardão.

Aonde há duas vontades, não pode
haver união

Aonde não há virtude, não há honra

As aparências iludem

Aquilo que sucede, não evitas tu , nem eu

Árvore velha não é fácil de arrancar

Assim como cada qual é, assim ensina

Até ao lavar dos cestos é a vindima

Ave só não faz ninho

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